Os principais atores no conflito que opõe o Irão aos EUA e Israel
Ataques deste sábado prometem complicar ainda mais a situação no Médio Oriente.
Ataques deste sábado prometem complicar ainda mais a situação no Médio Oriente.
A França é também o país mais altivo, egoísta e autocentrado da Europa. Esqueceu-se dos privilégios que a sua imensa riqueza lhe concede, é avessa a qualquer tipo de sacrifícios e, a braços com um Estado gigantesco, foi incapaz de se reformar.
Passou 44 dias num dos melhores hotéis do mundo e mudou-se depois para uma mansão avaliada em 11 milhões de euros. As filhas visitaram-no e vacinaram-se.
Filho do falecido rei Abdalá e sobrinho do rei Salman foi detido por autoridades sauditas na sua casa, num caso de "desaparecimento forçado".
O presidente dos EUA indicou o lugar de Sánchez enquanto ainda estava a falar com este. A relação entre os dois líderes é praticamente inexistente.
Assinado por Agnes Callamard, o documento diz que o jornalista foi vítima de uma "execução deliberada e premeditada".
New York Times avançou que Mohamed bin Salman deu luz verde para que se recorresse ao sequestro, prisão e tortura de cidadãos sauditas um ano antes da morte de Jamal Khashoggi.
Donald Trump tem recusado aceitar o envolvimento do príncipe herdeiro no caso da morte do jornalista, na embaixada da Arábia Saudita em Istambul.
A perspectiva de que a Fed possa acelerar o ritmo de subidas de juros está a ditar alguma contenção entre os investidores. Do lado oposto estão os resultados trimestrais de cotadas, que têm animado a negociação.
O petróleo está a subir mais de 1% com a especulação de que os EUA podem tomar medidas diplomáticas contra o Irão, o que afectará as exportações daquele país.
No total, os acordos fechados entre as autoridades e os suspeitos poderão render mais de 100 mil milhões de dólares ao governo de Riade.
Os príncipes, ministros e homens de negócios que estavam detidos no Ritz, de Riade, no âmbito da operação anticorrupção, foram libertados.
O príncipe Alwaleed bin Talal foi um dos dez príncipes detidos em Novembro do ano passado por corrupção
Quase três meses depois de ter sido "apanhado" na operação anticorrupção na Arábia Saudita, o bilionário fechou um acordo financeiro com as autoridades e foi libertado.
Segundo o jornal Okaz, mais suspeitos serão libertados nos próximos dias, enquanto os restantes vão continuar detidos, a aguardar julgamento.
De acordo com a Bloomberg, os dois bancos estão entre os que gerem uma maior percentagem dos activos dos magnatas sauditas.